(Foto retirada da net)
Tens nos olhos as amarguras de uma vida.
Cada ruga é testemunha de que ela não te foi fácil.
Os teus cabelos, grisalhos e revoltos
São marcas de um tempo que também por ti passou
E que em nada te foi justo ou brando.
Perdeste quem mais amavas e nem isso te fez baixar os braços.
Lutaste . Sempre.
Mas não lutaste para sempre.
Hoje não te reconheces.
Entregas-te à dor.
Deixas o sofrimento tomar conta de ti, em avalanche
Furioso pelos anos em que o tentaste controlar.
De refém, enclausurado em ti, passou a dominador.
Perdeste o brilho e perdes lentamente as forças.
Sem mais saber o que fazer, peço-te:
- Não desistas de ti!
Para minha mãe...
Sou
- Sandra Subtil
- Portalegre, Portugal
- "Sonho que sou alguém cá neste mundo... Aquela de saber vasto e profundo, Aos pés de quem a Terra anda curvada! E quando mais no céu eu vou sonhando, E quanto mais no alto ando voando, Acordo do meu sonho...E não sou nada!..." Florbela Espanca
segunda-feira, 11 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Pontua-me
Foto de LeninhaF
http://leninhaf1.reflexosonline.com
http://olhares.aeiou.pt/leninhafig
Encontro, suspenso, o tempo
Em repetidas reticências
na intensidade do teu olhar.
Ofusca-me essa luz dormente
que me embriaga e obriga a avançar
por entre os pontos e vírgulas
de que é feito o meu caminho.
Sigo pegadas de interrogação
onde se aconchegam todos os medos
E finalmente chego onde só chega
Quem não receia sonhar.
Ancoro na nau do teu corpo e aí se dá a exclamação suprema.
Ponto final
http://leninhaf1.reflexosonline.com
http://olhares.aeiou.pt/leninhafig
Encontro, suspenso, o tempo
Em repetidas reticências
na intensidade do teu olhar.
Ofusca-me essa luz dormente
que me embriaga e obriga a avançar
por entre os pontos e vírgulas
de que é feito o meu caminho.
Sigo pegadas de interrogação
onde se aconchegam todos os medos
E finalmente chego onde só chega
Quem não receia sonhar.
Ancoro na nau do teu corpo e aí se dá a exclamação suprema.
Ponto final
sábado, 2 de julho de 2011
urgência
Rasgo o tempo na pressa de chegar até ti
Pincelo-o de azul
Para que embale meus sonhos
em doces vaivéns de luz e calor.
É assim que quero ficar...
rendida ao calendário do teu olhar,
presa às horas das tuas mãos.
( Imagem retirada da net)
sábado, 25 de junho de 2011
sem tempo...
Amigos
O final do ano lectivo traz com ele mil e uma tarefas que envolvem os professores até "às orelhas" .lol
Estou perdida entre papéis: relatórios, avaliações, pct, pa, pr, aec....enfim...sem tempo!!!
Quero deixar um beijo grande a todos os que me visitam.
Esclarecer que o meu bebé ainda não nasceu, será em Novembro se tudo correr bem. É outro rapagão :)))
Confundi alguns com o meu último post ( desculpem), mas aquele poema já estava escrito há algum tempo , nada tem de "biográfico" hehehehhe.
Por fim deixar para vós mais um carinho que recebi da querida Ma. Visitem o seu espaço, é delicioso:Arte em Cerâmica
Este selo é para ti : Cf, Oa.s, Chica,Verinha, Evanir, Rogério, M., Severa, Ira, Hélio, Wanderley, Vivian, Runa, Ani, Yasmine, Celso, Fernanda (aleatoriamente), Toninhobira, Secreta, Parole, Álvaro, AC, Cátia, Mar Arável, Alê, Sol, Ingrid, Véu de MAya, Outros Encantos, Marly, Edumanes, Gisa, Jorge, Everson, Carlos, Flor de Jasmim, Sam, Garibaldi, Guará, Henrique, Fred,Nina Pilar, Ives, Sónia Pallone, Xipan Zeca, Dja, Long Haired Lady, Cadinho roco, Rui Pascoal, Majoli, Milene, Nilson, Marilene....
Obrigada!!!
Espero regressar em breve.
vou afundar-me em papéis e já volto!
domingo, 19 de junho de 2011
Brinde à vida
Imagem da net
Ergo a taça
brindo à vida:
-Nasceu!
Quando seus olhos abriu
Um grito rompeu a dor
e entre quatro paredes
enclausurou-se para sempre a solidão.
Ah, nectar de Baco
Não poderias ter outro sabor.
Rubro como plasma
doce como o milagre de existir.
Ergo a taça
brindo à vida:
-Nasceu!
Quando seus olhos abriu
Um grito rompeu a dor
e entre quatro paredes
enclausurou-se para sempre a solidão.
Ah, nectar de Baco
Não poderias ter outro sabor.
Rubro como plasma
doce como o milagre de existir.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Do estoicismo
Foto de LeninhaF
http://leninhaf1.reflexosonline.com
http://olhares.aeiou.pt/leninhafig
Caminha decidido, olhar firme e cabeça erguida.
Carrega nos ombros o peso de uma vida
que exerce pressão e leva os seus omoplatas até ao chão.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Sol
Foto de LeninhaF
http://leninhaf1.reflexosonline.com
http://olhares.aeiou.pt/leninhafig
Porque vens pela manhã
Se é à noite que o meu corpo fenece
e é urgente o teu calor?
Morrem-me no peito as forças:
gélidas, pálidas...
E da boca apenas jorram
resquícios de uma lua sem prata.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Labirinto
Foto de Fernando Batista
http://olhares.aeiou.pt/febat
http://www.fbatistaphoto.smugmug.com
Tento encontrar saída
Neste labirinto onde me perco a cada dia
Mas a geografia do teu corpo é acidentada
E prende-me pés e mãos com amarras de seda,
impedindo-me de avançar.
Que fraca que sou!
Desisto de lutar
E mesmo receando anti-ciclones e depressões
entrego-me plena
neste maremoto de emoções.
domingo, 5 de junho de 2011
Hoje não...
Foto de LeninhaF
http://leninhaf1.reflexosonline.com
http://olhares.aeiou.pt/leninhafig
Hoje não posso escrever
a chuva encolheu-me alma.
Os dedos ficaram enregelados, sem vida.
Foi-se a inspiração arrastada pelo vento.
Hoje não...
o papel desfez-se sob o ácido da água
E a tinta borrou meus olhos.
Hoje não...
As palavras esconderam-se teimosas
atrás de nuvens negras
à espera que passe a tempestade.
Não.
Hoje não.
http://leninhaf1.reflexosonline.com
http://olhares.aeiou.pt/leninhafig
Hoje não posso escrever
a chuva encolheu-me alma.
Os dedos ficaram enregelados, sem vida.
Foi-se a inspiração arrastada pelo vento.
Hoje não...
o papel desfez-se sob o ácido da água
E a tinta borrou meus olhos.
Hoje não...
As palavras esconderam-se teimosas
atrás de nuvens negras
à espera que passe a tempestade.
Não.
Hoje não.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Longe no tempo
Longe no espaço
Tão perto dos sentidos!
Um turbilhão crescente entre o querer e não querer
Uma indecisão constante entre o dizer ou calar; fazer ou parar!
São confusos os sentimentos:
Vontade de ir mais além;
Medo do desconhecido;
Desejo de mais, quando nada se teve.
Não querer olhar para trás;
Esquecer o sofrimento que matou a ilusão;
Acreditar que o amor pode ser verdadeiro mesmo que não exista.
Fechar os olhos por um momento e crer que a história da vida pode ter um final feliz, como nos contos de
fadas onde o para sempre é real.
domingo, 29 de maio de 2011
(In)certeza
Não posso
Não quero
Não aceito
Eu sou mais eu!!!
E tenho o direito de escolher
O que é melhor para mim...
Ass: A outra
Um bocado cansada dos problemas do blogger, honestamente...Eu e a outra de mim.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Da luz que há em mim
Fui agraciada com mais um convite generoso.
Desta vez navego Entre Marés .http://minhasmares.com.br/2011/05/convidada-sandra-subtil/
Um beijinho Suzana e obrigada de coração.
Quero pedir desculpa a todos pela ausência de comentários da minha parte, mas estou com problemas no blogger. As minhas visitas têm sido silenciosas.
Apenas consigo comentar em alguns blog's, noutros só como anónima ou nem isso. Um beijo para todos.
Desta vez navego Entre Marés .http://minhasmares.com.br/2011/05/convidada-sandra-subtil/
Um beijinho Suzana e obrigada de coração.
Quero pedir desculpa a todos pela ausência de comentários da minha parte, mas estou com problemas no blogger. As minhas visitas têm sido silenciosas.
Apenas consigo comentar em alguns blog's, noutros só como anónima ou nem isso. Um beijo para todos.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Crucivida
Mais uma vez
Abençoada.
Tremo de emoção
E sinto-te:
Raio de sol
Nascente
Invadindo todo o meu ser.
Dádiva divina,
Amor
Desmedido,
Eterno.
sábado, 21 de maio de 2011
Tic-tac
Foto de Fernando Batista
Tic-tac, tic-tac
Sinto os dias a avançar
nesta máquina do tempo
tão complexa e indefinida.
Vejo as horas a correr
e mudo as pilhas à ilusão
[Não a quero dormente, é fonte de energia]
Tic-tac, tic-tac
Ouço os minutos a passar
e dou corda às emoções
Seu efeito emoliente
é-me indispensável, crucial
para saborear intensamente
cada segundo que morre
no calendário da vida.
Tic-tac, tic-tac
Tic-tac, tic-tac
Tic-tac, tic-tac
_____________________
Tic-tac, tic-tac
Sinto os dias a avançar
nesta máquina do tempo
tão complexa e indefinida.
Vejo as horas a correr
e mudo as pilhas à ilusão
[Não a quero dormente, é fonte de energia]
Tic-tac, tic-tac
Ouço os minutos a passar
e dou corda às emoções
Seu efeito emoliente
é-me indispensável, crucial
para saborear intensamente
cada segundo que morre
no calendário da vida.
Tic-tac, tic-tac
Tic-tac, tic-tac
Tic-tac, tic-tac
_____________________
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Nús teus braços
Foto de Fernando Batista
http://olhares.aeiou.pt/febat
http://www.fbatistaphoto.smugmug.com/
Céu maior este que hoje me enfeita
É tecido a ponto luz
e perfumado de jasmim.
Mãos hábeis o urdiram
Numa inspiração sem fim.
As aves debicam suas linhas
frágeis, sedosas e coloridas.
Entrelaçam-nas com o zelo
De quem lambe as suas feridas.
Olho-te.
Nús, os teus braços.
E aí se desfaz em retalhos
A manta celeste que me cobre.
http://olhares.aeiou.pt/febat
http://www.fbatistaphoto.smugmug.com/
Céu maior este que hoje me enfeita
É tecido a ponto luz
e perfumado de jasmim.
Mãos hábeis o urdiram
Numa inspiração sem fim.
As aves debicam suas linhas
frágeis, sedosas e coloridas.
Entrelaçam-nas com o zelo
De quem lambe as suas feridas.
Olho-te.
Nús, os teus braços.
E aí se desfaz em retalhos
A manta celeste que me cobre.
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Sentido obrigatório
Foto de Fernando Batista
"Leva-me à lua"
Murmuras baixinho, quase em silêncio
(Sabes que me arranham no peito
palavras gritadas no sabor da paixão)
" É sempre em frente"
Respondo calada
Com cócegas na traqueia inflamada.
Prendes o meu hálito entre os teus dedos
e sopras suavemente.
Juntos olhamos as bolas de vida
Que sobem ao espaço destilando desejo.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
nova estação
Foto de Fernando Batista
http://olhares.aeiou.pt/febat
http://www.fbatistaphoto.smugmug.com/
Embatem em mim todos os vendavais de Outono.
A alma troveja
E o corpo estremece
tantas as chuvas de Inverno que o assolam.
Ah!
Para quando a doce chegada de madressilvas em flor?
http://olhares.aeiou.pt/febat
http://www.fbatistaphoto.smugmug.com/
Embatem em mim todos os vendavais de Outono.
A alma troveja
E o corpo estremece
tantas as chuvas de Inverno que o assolam.
Ah!
Para quando a doce chegada de madressilvas em flor?
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Flor sem pétalas ( reeditado)
( Foto retirada da net )
No som frio do silêncio
Sinto o teu cheiro adocicado.
Chega levemente, de mansinho e tudo invade em redor.
Envolve-me numa suave carícia
E entranha-se na pele
Deixando confusos os sentidos
e parado o coração.
Estagno. Espreito. Procuro.
Rebusco em cada canto
desta casa redonda que é a vida
e aí te encontro:
chuva sem água
lume sem calor
paixão sem amor
céu sem estrelas
Flor sem pétalas.
Como, ainda assim, exalas tanto perfume?
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Foto de Fernando Batista
http://olhares.aeiou.pt/febat
http://www.fbatistaphoto.smugmug.com/
Trago borboletas esvoaçando no peito.
Querem encontrar saída
E nada descobrem.
Espalham pelo meu corpo
Grãos de pólen beliscados nas flores dos teus lábios.
São esvoaçantes, irrequietas, coloridas
E não sei quanto tempo mais
O meu coração aguenta...
Creio que um dia vai explodir.
Então um arco-íris com travo de mel
e cheiro a miosótis
Invadirá o teu jardim.
sábado, 30 de abril de 2011
Obrigada
Coloquei neste blog em Maio de 2010 o meu primeiro post.
Uma brincadeira...(pensava eu)
Estive meses sem voltar aqui e em Janeiro deste ano retomei esta partilha de escritos e sentidos.
Os primeiros comentários e seguidores foram uma surpresa ( beijinho AC e Natural Origin), o que se seguiu uma alegria e fantástica magia.
Tantas amizades descobertas, tantos sonhos viajados aqui e além mar.
Encontrei gente tão boa e a escrever tão bem! Gente de alma e coração maior !
E o mais incrível: muitos deles seguem-me , lêem-me e comentam-me!!!
Obrigada a todos! Tornaram os meus sentidos mais coloridos.
É para vós este selo , este mimo, este beijo.
Um obrigada especial aos meus amigos Helena Figueiredo e Fernando Batista (poetas de imagens) que me facultam generosamente as suas fotos, emprestando um novo brilho às minhas palavras.
A todos : muita luz, amor e poesia!
terça-feira, 26 de abril de 2011
As mãos
Imagem retirada da net
Se beberes um dia a luz
que irradia das minhas mãos
Cegarás.
É nelas que carrego
a dor
o sofrimento
a tristeza
a angústia
a insatisfação.
Carrego nelas a minha vida
E os teus olhos não suportarão.
Serão contagiados pelo breu dos meus dias.
Necessitarás então de mãos que te guiem.
Ainda quererás as minhas?
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Na Páscoa, com carinho
Recebi este mimo do amigo Runa do blog seguindooescoardotempo, que aconselho vivamente a todos.
Segundo ele "MEME é uma palavra que vem de mimo, gentileza... uma forma de conhecer melhor o nosso amigo blogueiro".
É sempre agradável receber estas demonstrações de afecto. Obrigada Runa!
As regras, para quem as recebe, são as seguintes:
1 - Indicar 10 blogs (ou mais) para o MEME;
2 - Avisar os indicados;
3 - Escrever e postar 10 coisas que você gosta;
Perdoem-me por não cumprir as regras na sua totalidade, mas é para mim muito dificil escolher 10 de entre todos os que generosamente me acompanham, lêem e comentam.
Por isso, este MEME é para todos os que me visitam e acarinham.
É vosso.
10 coisas de que eu gosto:
1 – O meu filho
2 – A minha família
3 – Escrever
4 – Ler
5 – Viajar ( nem que seja em sonhos)
6 – Cheiro de terra molhada
7 – Ouvir música
8 – Ver um bom filme
9 – Jogar no Facebook ( tenho os meus vícios, também!)
10- Comer camarões grelhados
Aproveito também para desejar a todos uma Santa Páscoa! Que as amêndoas e os ovos de chocolate não adocem demais os nossos dias fazendo-nos esquecer do verdadeiro significado desta quadra.
Um beijinho para todos.
Bem hajam.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Ferida
Foto de Fernando Batista
Há palavras que ferem
São cruéis, sangrentas
Abrem chagas no coração.
Mas há silêncios
Que se infiltram no olhar
E percorrem todas as veias
Correendo as células,
atingindo em cheio a alma
E aí magoam muito mais.
domingo, 17 de abril de 2011
Mata (d)os medos
Foto de Fernando Batista
http://olhares.aeiou.pt/febat
http://www.fbatistaphoto.smugmug.com/
Há naquela mata
Uma clareira escura onde ninguém ousa pisar
Até as aves do bosque recusam aí nidificar.
Nesta eira sem luz, sem cor e sem beira
enclausuram-se receios, encerram-se temores,
arrepia-se caminho com celeridade, evitando olhar para trás.
Fareja-se a clorofila
egocentricamente
abrem-se narinas e alvéolos
para absorver só para si
pequenos flocos de vida que chegam nas asas da manhã.
E se de repente uma chama ateia esta mata?
Terá o nosso sopro solitário força para a extinguir?
sexta-feira, 15 de abril de 2011
O dia em que o meu coração começou a bater fora do peito
Olhar nos teus olhos
É sentir um arco-íris de emoções.
Ver um sorriso teu
É ser atingida por flechas embebidas de amor e gratidão.
Limpar as tuas lágrimas
É guardar preciosas pérolas
Entre os meus dedos.
Receber o teu abraço
É ter o mundo inteiro nas minhas mãos.
Ouvir a tua voz
É degustar a mais doce melodia
de coros angelicais.
Sentir o teu cheiro
É arder em fogueiras de alecrim.
Meu filho!
No dia em que tu nasceste
O coração saiu-me do peito
Mas vê lá bem a ironia
Só aí começou a existir vida em mim.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Do Fogo que em mim corre
Fui convidada pelo amigo Garibaldi para participar no seu Rosários de Fogo, por isso desta vez poderão encontrar-me em http://versosdefogo.blogspot.com/2011/04/do-fogo-que-em-mim-corre.html
Mais do que um prazer foi uma honra ter sido agraciada com este convite.
Bem hajas Garibaldi pela tua generosidade!
Mais do que um prazer foi uma honra ter sido agraciada com este convite.
Bem hajas Garibaldi pela tua generosidade!
domingo, 10 de abril de 2011
Neva no Inferno
Foto de Leninhaf
http://leninhaf1.reflexosonline.com/
http://olhares.aeiou.pt/leninhafig
Haverá maior inferno que o coração dos homens?
Porque chora quando deve rir
E canta em vez de chorar?
Porque diz sim quando se espera negação?
E é fraco quando barreiras devia quebrar ?
Ah! Inferno este
Que tudo inflama e queima em redor.
É tormento na Primavera
É vulcão em pleno Verão
Não dando descanso ao corpo fraco
Que o carrega com esgares de dor.
Afinal (e que esquisito)
Também neva no Inferno
e a culpa é dessa coisa
A que decidiram chamar Amor.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Teia proibida
(imagem retirada da net)
Ficam suspensos os desejos
Como aracnídeos depois de arduamente tecerem suas teias,
Perfeitas abcissas da Natureza.
Espreitam vigilantes à espera de presa
Ansiosos por enredá-la em urdiduras engenhosas de emoção.
Espalham um doce veneno que corrompe as nervuras do ser
Mas...
Engolem-se os anseios,
Deglutem-se com desespero.
O esófago queima à passagem da peçonha.
Estóica, sorri!
Não lhe pertencia aquela maçã.
Resistira.
domingo, 3 de abril de 2011
Há saudade...
Foto de Fernando Batista
http://olhares.aeiou.pt/febat
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Espreito à janela da saudade
E vejo nuvens pintadas a negrito.
Inspiro sofregamente!
Há no ar cheiro a terra molhada.
Gotas grossas de água atingem-me o rosto.
Impulsivamente, encerro as vidraças.
(Esquecera-me que não sou imune à batega)
http://olhares.aeiou.pt/febat
http://www.fbatistaphoto.smugmug.com/
Espreito à janela da saudade
E vejo nuvens pintadas a negrito.
Inspiro sofregamente!
Há no ar cheiro a terra molhada.
Gotas grossas de água atingem-me o rosto.
Impulsivamente, encerro as vidraças.
(Esquecera-me que não sou imune à batega)
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